Senil contrata flor a um barril. Tal manchada causara um turvor na alma daquela gente que até os cães ficavam com a cara virada para as paredes, esforço brutal para não atacar seus donos. O rei, o trono, a lei e o perdão se corrompiam para manifestar suas tempestades gozozas, enclaustro serrado de marfim e ouro, donde muitos outros bons guerreiros morreram no caminho, agigantando os passos incautos e apaixonados de Ulisses, Prometeu e Homero. As gentes se colocaram em desespero, começando a imitar os cachorros, olhando pras paredes, esforço brutal para não atacar seus donos.
Abriram-se as portas do castelo de barro, percebeu-se que lá dentro os aposentos meio derretidos, lama por toda parte. Sai aquele patrono de tais e tais galáxias, com a cara suja, mas isso é boato porque ninguém viu a cara dele, todos virados pra parede.
Escureceu o feudo. A chuva terminou o término do castelo. O povo estava livre. Cavaram como topeiras para fora daqueles lados. A promiscuidade havia corrompido até os solos, as sementes nos solos. Os frutos eram os mais pecaminosos. Havia muitas pragas por lá. Os vermes faziam metrópoles e as lombrigas cada vez mais gordas. O putrefato do ar se dividia em várias intensidades, sendo que a mínima delas já era capaz de cegar um homem. Quem procura vendado encontra a Cidade dos Tirésias. Vagam alimentados de ar e sol. Não sentem sede, quase cactos mas sem espinhos. São a justiça. Injusto mundo. Deus nos salve.